Hiltor Mombach

“Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe”

O Grêmio desta noite cabe todo num ditado:
“Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe.”
Domingo, após a goleada de 3 a 0 contra o Cruzeiro, o atento plantão esportivo da Rádio Guaíba, Rogério Bohlke, anunciava:
o Grêmio atingira o maior jejum de gol na história centenária do clube, 9h39min.
Atacantes renomados é que não faltam.
O gol está reservado para esta noite, contra o Vasco da Gama. Porque ou sai hoje ou a situação ficará dramática, com o time ameaçado de ficar de fora do G-4, onde está desde a 14ª rodada, justamente quando o Brasileiro entra na sua reta final.
Mais do que nunca, vale o chavão: lugar de gremista é na Arena.