Hiltor Mombach

Não há tempo para transformar o Inter em laboratório

Não há tempo para Diego Aguirre transformar o Inter em laboratório.
O que ele precisa é encontrar um time.
Esta parada na Libertadores caiu do céu para solucionar os graves problemas defensivos.
Que proveito para o futuro imediato Aguirre vai tirar com a escalação de quatro laterais, dois como meias?
No papel, ele começou o jogo contra o Veranópolis com uma equipe defensiva e, no segundo tempo, trocou por jogadores com características ofensivas.
Aguirre sacou os laterais Alan Ruschel e Cláudio Winck para a entrada de Alisson Farias e Luque.
Desmontou um esquema que não funcionou e voltou ao feijão-com-arroz, sem invenção.
Depois, tirou Valdívia para a entrada de Taiberson.
O primeiro toque na bola de Taiberson foi para abrir o placar, num passe de Rafael Moura.
Espera-se que daqui para frente Aguirre promova testes válidos para a Libertadores.
Um deles: a entrada de Dourado entre os titulares.