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Com a experiência de quem trabalhou na área de marketing do Grêmio, Inter, Flamengo, FGF e ISL, Wesley Cardia acaba de lançar o livro “marketing esportivo e administração de Arenas”. Um capítulo é reservado ao naming rights, (“direito de dar denominação a uma instalação ou espaço físico”). Relata que não vai muito tempo, enquanto nenhuma instalação esportiva brasileira levava o nome de uma grande empresa, nos Estados Unidos já eram mais de 500. Este negócio só agora começa a deslanchar por aqui. O livro traz um quadro com dados da empresa de consultoria BDO RCS que projeta valores para os estádios da Copa. Enquanto o Maracanã poderia obter R$ 300 milhões por 20 anos (R$ 15 milhões/ano) o Beira-Rio ficaria com R$ 90 milhões (R$ 4,5 milhões/ano). Pergunta: como será a relação naming rights com a TV? O patrocinador será citado ou terá que pagar para tanto?