NEGÓCIOS
Hiltor:
Acessei agora seu blog e fui surpreendido com a venda de Taison para o Metalist (?).
Sinceramente, não entendo o discurso de ter que vender um jogador por ano e nem a matemática que surge disso. Faz pouco, o Inter vendeu Walter para o futebol português e Sandro para o inglês, mas a necessidade de venda parecia persistir!? Já são 3 jogadores.
Existem outras formas de economizar e encher os cofres. O Inter possui exatos 298 jogadores inscritos no BID. Destes, mais de 150 possuem contrato profissional. Muitos deles, claro, cedidos a outros clubes. A grande maioria, porém, recebe do time colorado, e sem nenhum esforço.
Além disso, do próprio grupo atual é possível retirar jogadores absolutamente dispensáveis e que poderiam ser substituídos por outros da categoria de base. Sem querer citar nomes, alguns deles inclusive jogaram no domingo passado e comprovaram que não deveriam sequer vestir a camisa bicampeã da américa.
Enfim, da folha de pagamento não seria possível fazer uma redução na ordem de R$ 500 mil por mês? R$ 6 mi por ano?
Seria sim. Quem sabe esse valor desperdiçado todos os meses não servisse para aumetar o salário de Taison ou compensar Delcyr Sonda pela vinda gratuíta de Kléber.
Sim, gratuíta. Kléber não custou nada ao Inter. Foi um empréstimo cortesia.
É chegada a hora de pagar ao investigor e encerrar qualquer especulação pela saída do lateral antes do mundial. Porque, convenhamos, Leonardo está longe de ocupar aquele espaço com qualidade. O mesmo pode se dizer com relação a Dalessandro e outros jogadores fundamentais para a conquista da américa.
Ser campeão custa caro. E ser bicampeão mundial, mais caro ainda. Mas é um preço que não tem como ser pago depois. A hora é agora.
Abraço
Lucas Regianni
Porto Alegre/RS
Hiltor escreve. A pergunta que deve ser feita é esta: este sistema está dando certo? Sim. Desde 2006. E, cá entre nós, oito milhões de euros por Taison, que até pouco tempo atrás o torcedor queria ver no Palmeiras, é uma baita grana.
