De um lado Inter e Grêmio com folhas salariais mensais que, somadas, batem nos R$ 30 milhões.
Do outro, com exceção ao Juventude, times que se viram com folhas de R$ 300 mil, remuneração de apenas um jogador de Grêmio e Inter.
Dos medianos.
Vejam o São Luiz de Ijuí. Tem folha mensal de R$ 300 mil, os salários variam entre R$ 2,5 e R$ 20 mil e dívida de R$ 1,5 milhão. Somando, o déficit da dupla Gre-Nal bate nos R$ 150 milhões.
Disse ao presidente Vilson Emilio Hepp que ele era um dos tantos heróis que garantem a sobrevida do futebol no Interior.
A TV distribuiu R$ 18 milhões para serem divididos entre Grêmio e Inter. Já o São Luiz receberá R$ 950 mil. Para manter as atividades nos quatro primeiros meses de 2024 gastará R$ 1,2 milhão: “Todo o dia 10 é um desespero para pagar os salários” diz Hepp.
Porém, ele não se queixa: “Temos 1600 sócios em dia que garantem R$ 50 mil por mês. A comunidade ajuda, assim como o empresariado. Queixas, só do pode executivo local: “Não participa de nada. Embora o São Luiz ajude a divulgar o nome da cidade de Ijuí”.
