Hiltor Mombach

Neste Inter, tudo é meio

Neste Inter de ultimamente tudo é meio.
Meia garra, meia dedicação, meio futebol, meio fôlego...
Nos dois últimos jogos do Brasileiro, ficou no meio: entre vencer, empatar e perder, empatou.
Como não tem meio gol, empatou sem gol.
Aguirre vê meio jogo.
Assistiu o Inter levar bola nas costas no primeiro tempo e meio segundo tempo.
Só ali sacou Anderson, um meio volante, para a entrada de Wellington.
Não por convicção, por obrigação:
a Chapecoense estava ficando cara a cara com Alisson.
Justifica-se estar no meio da tabela, ser meio coadjuvante.
Não bastava Aguirre ter vários meio-atacantes: t
ransformou Lisandro em meio-centroavante, jogando fora da área.


Ola, Mombach


Gostei do meio Inter. A única coisa que não é meio são os salários. Estes continuam inteiros, assim como continua inteira a ausência do Presidente Píffero...


Saudações


Valmor Kerber


Porto Alegre