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Neste Inter de ultimamente tudo é meio. Meia garra, meia dedicação, meio futebol, meio fôlego... Nos dois últimos jogos do Brasileiro, ficou no meio: entre vencer, empatar e perder, empatou. Como não tem meio gol, empatou sem gol. Aguirre vê meio jogo. Assistiu o Inter levar bola nas costas no primeiro tempo e meio segundo tempo. Só ali sacou Anderson, um meio volante, para a entrada de Wellington. Não por convicção, por obrigação: a Chapecoense estava ficando cara a cara com Alisson. Justifica-se estar no meio da tabela, ser meio coadjuvante. Não bastava Aguirre ter vários meio-atacantes: t ransformou Lisandro em meio-centroavante, jogando fora da área.
Ola, Mombach
Gostei do meio Inter. A única coisa que não é meio são os salários. Estes continuam inteiros, assim como continua inteira a ausência do Presidente Píffero...