Neymar deixará o Barcelona como traidor para muitos.
Um jornal catalão estampou “até nunca”.
Vai para o PSG, que exige o pagamento da multa integral de 222 milhões de euros (cerca de R$ 820 milhões) para liberá-lo.
Sairá pelas portas do fundo.
Desta vez o clube francês pagará a conta, não levará na mão grande.
Correio do Povo em janeiro de 2001:
“PSG já tem pronto o anúncio oficial. Clube francês divulga oficialmente nesta semana contratação de Ronaldinho.”
Eu noticiava que o Grêmio teria direito a receber a R$ 7,7 milhões.
Para o Grêmio, o PSG estava sequestrando o jogador. Ronaldinho saiu como traidor. Mais no Tiro Livre.
Na época o então presidente do Grêmio, José Alberto Guerreiro, mandou fazer uma faixa com os dizeres “Não vendemos nossos craques, favor não insistir”, colocando no portão de entrada do Olímpico.
O que se dizia era que propostas milionárias chegavam às mãos de Guerreiro.
A maior delas do Leeds United, 80 milhões de dólares pelo jogador, craque na época. Hoje, R$ 250 milhões.
De igual: Ronaldinho saiu como traidor. Neymar também sairá.
Diferente: aqui, o PSG levou na mão grande. Lá, pagará a conta, a rescisão.
