Boa tarde Hiltor,
posso até sendo chato com essa minha tese das novas medidas dos campos (105 x 68), mas sente-se numa cadeira e prepare-se para esse números.
Pesquisando sobre os números do Grêmio na era Olímpico e depois na era Arena, minha tese está cada vez mais a ser provada.
Pesquisei no site http://jogosdogremio.blogspot.com.br/2008/08/2004.html
Fiz uma pesquisa sobre o Grêmio, que no Olímpico as goleadas eram corriqueiras.
Para não ter dúvida alguma, pesquisei inclusive o pior ano do Grêmio, 2004, ano do rebaixamento.
A média que considero é a da quantidade de gols por jogo, ou seja, os gols do Grêmio e do adversário.
Olímpico:
2004: 3,45
2011: 3,46
2012: 3,02
Arena:
2013: 1,87
2014: 1,64
Parece que simplesmente em janeiro de 2013, uma fada madrinha largou uma mágica na Arena e a média cai 53%.
A qualidade do espetáculo então nem se fala.
Para se ter uma ideia, quando a média de gols cai 0,20, por exemplo de 2,78 para 2,58 é considerado um absurdo.
O que dizer então de 3,02, 3,46, para 1,87 e 1,64.
Contra fatos não há argumentos.
É possível jogar com essas medidas?
Com certeza.
Mas isso é para equipes da Europa, por exemplo Barcelona.
Com esses jogadores que temos aqui, esqueçam.
Até as seleções na Copa América sentem as medidas.
Jogos feios de assistir.
Somente joga nessas medidas quem tem os seguintes itens:
Todos os jogadores habilidosos (inclusive os zagueiros), tempo de treinamento/entrosamento e jogadores a bastante tempo no clube.
Fora disso, esqueçam.
E quem pode ter isso?
No máximo a Europa.
Eu disse no máximo.
Como vamos ter entrosamento se as equipes no Brasil vendem jogadores todos os dias para bancar a inchada folha salarial?
Adriano Tonin
Boa tarde Hiltor,
posso até sendo chato com essa minha tese das novas medidas dos campos (105 x 68), mas sente-se numa cadeira e prepare-se para esse números.
Pesquisando sobre os números do Grêmio na era Olímpico e depois na era Arena, minha tese está cada vez mais a ser provada.
Pesquisando sobre os números do Grêmio na era Olímpico e depois na era Arena, minha tese está cada vez mais a ser provada.
Pesquisei no site http://jogosdogremio.blogspot.com.br/2008/08/2004.html
Fiz uma pesquisa sobre o Grêmio, que no Olímpico as goleadas eram corriqueiras.
Para não ter dúvida alguma, pesquisei inclusive o pior ano do Grêmio, 2004, ano do rebaixamento.
Para não ter dúvida alguma, pesquisei inclusive o pior ano do Grêmio, 2004, ano do rebaixamento.
A média que considero é a da quantidade de gols por jogo, ou seja, os gols do Grêmio e do adversário.
Olímpico:
2004: 3,45
2011: 3,46
2012: 3,02
Arena:
2013: 1,87
2014: 1,64
Parece que simplesmente em janeiro de 2013, uma fada madrinha largou uma mágica na Arena e a média cai 53%.
A qualidade do espetáculo então nem se fala.
Para se ter uma ideia, quando a média de gols cai 0,20, por exemplo de 2,78 para 2,58 é considerado um absurdo.
O que dizer então de 3,02, 3,46, para 1,87 e 1,64.
A qualidade do espetáculo então nem se fala.
Para se ter uma ideia, quando a média de gols cai 0,20, por exemplo de 2,78 para 2,58 é considerado um absurdo.
O que dizer então de 3,02, 3,46, para 1,87 e 1,64.
Contra fatos não há argumentos.
É possível jogar com essas medidas?
Com certeza.
Mas isso é para equipes da Europa, por exemplo Barcelona.
Com esses jogadores que temos aqui, esqueçam.
Até as seleções na Copa América sentem as medidas.
Jogos feios de assistir.
Somente joga nessas medidas quem tem os seguintes itens:
Todos os jogadores habilidosos (inclusive os zagueiros), tempo de treinamento/entrosamento e jogadores a bastante tempo no clube.
Fora disso, esqueçam.
E quem pode ter isso?
No máximo a Europa.
Eu disse no máximo.
É possível jogar com essas medidas?
Com certeza.
Mas isso é para equipes da Europa, por exemplo Barcelona.
Com esses jogadores que temos aqui, esqueçam.
Até as seleções na Copa América sentem as medidas.
Jogos feios de assistir.
Somente joga nessas medidas quem tem os seguintes itens:
Todos os jogadores habilidosos (inclusive os zagueiros), tempo de treinamento/entrosamento e jogadores a bastante tempo no clube.
Fora disso, esqueçam.
E quem pode ter isso?
No máximo a Europa.
Eu disse no máximo.
Como vamos ter entrosamento se as equipes no Brasil vendem jogadores todos os dias para bancar a inchada folha salarial?
Adriano Tonin
