Hiltor Mombach

O ataque chinês


Há versões online em português de jornais chineses. Manchetes: “Pequim investe US$ 400 milhões no Manchester City”, “Ronaldo Fenômeno vai inaugurar 30 escolas de futebol na China”, “presidente Xi visita as instalações do Manchester City” e “Futebol: China avança dois lugares em classificação da Fifa”.
Em outra reportagem, Xi Jinping concede entrevista. Trecho: “O presidente chinês, Xi Jinping falou também acerca do futebol da China, esperando uma cooperação ainda maior entre a China e o Reino Unido, nesta área. Como desporto com o maior número de fãs, a influência do futebol é sentida pelos seus apaixonados espalhados pelos quatro cantos do mundo, disse o presidente Xi.”
Há reportagens dando conta de que o presidente chinês, que é fanático por futebol, quer transformar o país numa potência mundial. A ordem é importar mão de obra especializada e aprender. Lá estão hoje três ex-treinadores da Seleção Brasileira, além de muitos dos principais jogadores brasileiros.
Dinheiro não falta. Os clubes na China são de propriedade de milionárias empresas privadas. Nunca se falou tanto em futebol neste país asiático. Público também não falta. Com uma população de mais de 1 bilhão de pessoas será fácil lotar os estádios.