O Grêmio dobrou o Pachuca e ouço que teve dificuldades para tanto.
É a síndrome do carnaval.
Há momentos em que o torcedor vê em tudo uma avenida escancarada.
É só sambar.
O Pachuca entrou em campo defunto, morto e sepultado.
Como poderia espernear?
Pois esperneou.
É a síndrome do carnaval.
Há momentos em que o torcedor vê em tudo uma avenida escancarada.
É só sambar.
O Pachuca entrou em campo defunto, morto e sepultado.
Como poderia espernear?
Pois esperneou.
A Europa nos fascina.
Tudo por lá surge tão imensamente melhor.
Até o futebol.
Esquecemos do pentacampeonato do Brasil.
A síndrome do coitadismo torna o Real Madrid imbatível.
Nem vou cogitar que passe o Al Jazira pois este já cravou seu epitáfio.
Tudo por lá surge tão imensamente melhor.
Até o futebol.
Esquecemos do pentacampeonato do Brasil.
A síndrome do coitadismo torna o Real Madrid imbatível.
Nem vou cogitar que passe o Al Jazira pois este já cravou seu epitáfio.
Volta e meia recorro de Nelson Rodrigues.
Certa feita o notável dramaturgo escreveu o seguinte:
“Amanhã jogaremos com a Inglaterra.
Eu sei que a Inglaterra é grande.
Mas nós somos maiores, porque somos Brasil, imensamente Brasil, eternamente Brasil.”
Certa feita o notável dramaturgo escreveu o seguinte:
“Amanhã jogaremos com a Inglaterra.
Eu sei que a Inglaterra é grande.
Mas nós somos maiores, porque somos Brasil, imensamente Brasil, eternamente Brasil.”
Quando a Fifa criou a expressão fair play não sabia que havia um estado no Brasil que despenca do mapa chamado Rio Grande do Sul.
“Amigos, a minha teoria é a seguinte: o jogador que nunca levou um pé na cara não amadureceu ainda para os grandes triunfos”.
A frase está entre aspas. É de Nelson Rodrigues.
“Amigos, a minha teoria é a seguinte: o jogador que nunca levou um pé na cara não amadureceu ainda para os grandes triunfos”.
A frase está entre aspas. É de Nelson Rodrigues.
Meu instinto diz que no sábado o Real Madrid vai conhecer o Gauchão.
Por aqui jogador esguicha sangue mas não se entrega.
Por aqui jogador esguicha sangue mas não se entrega.
A Espanha não conhece a herança do gaúcho, esta magistralmente decantada na poesia Galo de Rinha do mestre Jayme Caetano Braun:
“Valente galo de rinha / guasca vestido de penas! /Quando arrastas as chilenas / No tambor de um rinhedeiro / No teu ímpeto guerreiro / Vejo um gaúcho avançando / Ensangüentado, peleando / No calor do entreveiro”.
O arremate é de provocar frisson:
“Valente galo de rinha / guasca vestido de penas! /Quando arrastas as chilenas / No tambor de um rinhedeiro / No teu ímpeto guerreiro / Vejo um gaúcho avançando / Ensangüentado, peleando / No calor do entreveiro”.
O arremate é de provocar frisson:
“Porque na rinha da vida / Já me bastava um empate! /Pois cheguei no arremate / Batido, sem bico e torto / E só me resta o conforto / Como a ti, galo de rinha / Que se alguém dobrar-me a espinha / Há de ser depois de morto!”
Do alto da sua soberba o Real Madrid deve esfregar hoje a sua fama na cara do Al Jazira.
No sábado verá que jogador brasileiro é imbatível em improvisação e superação.
Na Europa eles aprenderam a jogar bola.
Aqui o futebol está no DNA.
No sábado verá que jogador brasileiro é imbatível em improvisação e superação.
Na Europa eles aprenderam a jogar bola.
Aqui o futebol está no DNA.
