Ferreira cometeu a seguinte frase nesta semana em um programa de televisão. "Nunca foi minha vontade (colocar o Grêmio na Justiça]) Não teria como, mas se pudesse acionava alguns diretores". Aqui, cometeu um pecado, o da generalização.
Vejam. Diretores está no plural. Acho, praticando achômetro, que poderemos ter retruque, com o Grêmio cobrando judicialmente que o jovem jogador aponte os “diretores”.
Acho, mas agora por intuição, que atendendo recomendação do seu empresário, Ferreira quer reabrir uma briga com o clube, forçando assim a rescisão contratual. Obviamente não há mais clima para que volte a vestir a camiseta tricolor.
Lembrando: Ferreira ingressou com o pedido judicial de rescisão após ser afastado do elenco principal por divergências na renovação de contrato. Seu vínculo com o Grêmio vai até junho de 2021.
Há três coisas que não voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida. Ferreira lançou palavras sem provar nada e sem citar nomes e perdeu a oportunidade de ascender no Grêmio, tornando-se quem sabe um novo Pedro Rocha, Everton, Arthur, Pepê, Jean Pyerre, Matheus Henrique...
O caso Ferreira
Obviamente não há mais clima para que volte a vestir a camiseta tricolor
