O ciclo de Renato no Grêmio
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O ciclo de Renato no Grêmio

Carlos Corrêa

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Carlos Corrêa / Interino

Um dos questionamentos mais ouvidos desde domingo é se estamos testemunhando o fim de um ciclo no Grêmio. Talvez sim, e isso não tem nada a ver com um eventual fim de ciclo de Renato no clube. A série de conquistas mais recentes do Tricolor começou em 2016, com a Copa do Brasil naquele ano. Daquele time, restam só Geromel, Kannemann e Maicon, além, claro, de Renato. Dos que chegaram no ano seguinte e formaram o time que conquistou a Libertadores, soma-se apenas Cortez. O próprio estilo de jogo que o Grêmio mostra hoje em campo não é exatamente o mesmo. Portanto, é um tanto quanto lógico pensar que o ciclo que começou lá em 2016 esteja terminando. Repito, não há necessariamente relação entre o fim de um ciclo e a saída do técnico. Renato pode muito bem seguir no clube e dar início a outro ciclo. Terá, no entanto, que reinventar o futebol do Grêmio. Ainda há suco para tirar da laranja de 2016, mas cada vez menos.


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