Hiltor Mombach

O COFRE DA DISCÓRDIA / FINALMENTE A REVELAÇÃO: NÃO ERA UM JOGADOR, MAS TRÊS

Caro Hiltor.
Resolvi escrever para que se preserve a verdade sobre o post “o cofre da discórdia”.
Hoje tenho a certeza de que a questão “cofre” foi um grande erro.
Erro porque a imprensa e alguns torcedores não estavam preparados para o fato.
Todos os candidatos, sejam políticos ou candidatos a cargos clubísticos prometem e, na maioria das vezes, não cumprem.
Não é e não foi o nosso caso.
Fizemos um projeto, algo raro, e resolvemos entregá-lo ao clube.
A chave foi entregue ao presidente do Conselho, sr. Raul Régis.
Se Koff vencesse a eleição, retiraríamos o projeto e daríamos seguimento.
Caso Odone vencesse, nosso projeto ficaria ao seu dispor para usá-lo ou não, mas seria uma contribuição de gremistas que trabalharam durante dois anos num projeto que pudesse recolocar o Grêmio no seu devido lugar, ou seja, o primeiro.
Evidentemente, os nomes do cofre não tiveram a aprovação do treinador.
Motivo? O Grêmio não deve ser personalista e o projeto foi elaborado antes de se saber quem seria o comandante do vestiário, embora a vontade fosse a permanência do mesmo.
Os nomes escolhidos, e foram três e não um, foram escolhidos dentro do perfil do Grêmio, jogadores de raça, coragem, virtudes e que estariam dispostos a levantar taças ao invés de apenas participar de torneios.
O torcedor gremista merece muito mais do que está sendo feito, o torcedor gremista é acostumado a gritar: “É campeão”, ao invés de ser mero coadjuvante em uma competição.
Falar que Remi Acordi esqueceu de consultar  Luxemburgo é um absurdo, até porque, não tínhamos a garantia de que o treinador permaneceria, pois sequer a eleição havia-se encerrado.
E apenas para lembrar: o treinador fez campanha para a permanência do então presidente Odone.
Fábio Mundstock”.


Sabe-se agora que haviam três nomes no cofre e que Luxemburgo não aprovou nenhum. Que poder, hein!
Um dos nomes era Lugano.
No e-mail, Mundstock diz que o “uruguaio, raçudo e com a cara do Grêmio foi aprovado por 85% dos  pesquisados.”
A questão cofre foi um “erro porque a imprensa e alguns torcedores não estavam preparados para o fato?” Ôpa!
Ninguém pode estar preparado para algo tão estapafúrdio.
Entendi como quase todos: o nome do cofre (só agora está sendo revelado que eram os nomes, três) era indicação de Koff e seus assessores e ponto final.
Em nenhum momento se disse que dependia de aprovação do futuro treinador.
Para este colunista, ficou claro: venderam gato por lebre.


O E-MAIL NA ÍNTEGRA











Caro Hiltor,


Resolvi escrever para que se preserve a verdade, sobre o post "O cofre da discórdia".


Hoje tenho a certeza de que a questão "cofre" foi um grande erro. Erro porque a imprensa e alguns torcedores não estavam preparados para o fato.


Todos os candidatos, sejam políticos ou candidatos a cargos clubísticos prometem e, na maioria das vezes, não cumprem o que estava na sua plataforma de Governo.


Não é e não foi o nosso caso. Estabelecemos uma nova diretriz. Fizemos um projeto, algo raro, e resolvemos entregá-lo ao Clube, mostrando a seriedade de um verdadeiro Projeto.


A chave foi entregue ao presidente do Conselho, sr. Raul Régis. Se o presidente Koff vencesse a eleição, retiraríamos o projeto e daríamos seguimento. Caso, o presidente Odone vencesse, nosso projeto ficaria ao seu dispor para usá-lo ou não, mas seria uma contribuição de gremistas que trabalharam durante dois anos num projeto que pudesse recolocar o Grêmio no seu devido lugar, ou seja, o primeiro.


Evidentemente, os nomes do cofre não tiveram a aprovação do treinador. Motivo? O Grêmio não deve ser personalista e o projeto foi elaborado antes de se saber quem seria o comandante do vestiário, embora a vontade fosse a permanencia do mesmo.


O Grêmio tem 110 anos. São 110 anos de raça, amor, paixão e entrega a um clube vencedor.


Os nomes escolhidos, e foram três e não um, foram escolhidos dentro do perfil do Grêmio, jogadores de raça, coragem, virtudes e que estariam dispostos a levantar taças ao invés de apenas participar de torneios. O torcedor gremista merece muito mais do que está sendo feito, o torcedor gremista é acostumado a gritar: "É campeão", ao invés de ser mero coadjuvante em uma competição.


Falar que Remi Acordi esqueceu de consultar Vanderlei Luxemburgo é um absurdo, até porque, não tinhamos a garantia de que o treinador permaneceria, pois sequer a eleição havia-se encerrado. Fizemos um projeto para curto, médio e longo prazo, não algo superficial. E apenas para lembrar, o treinador fez campanha para a permanência do então presidente Odone.


Aprovar Lugano? Outro discurso estapafúrdio. Pautamos a eleição com muito trabaho e pesquisas. Foi por este motivo que tinhamos a certeza na vitória e também que venceríamos em todas as urnas do interior, algo que ocorreu sem margem de erros. O uruguaio, raçudo e com a cara do Grêmio foi aprovado por 85% dos torcedores pesquisados.


Nada foi feito por acaso.


Nada está sendo feito por acaso.


Quando o presidente diz aos jogadores na reapresentação: "Acostumem-se com a ideia de que vamos vencer" não é por acaso.


O Grêmio é vencedor, Koff é vencedor. Não somos turistas, somos protagonistas do espetáculo.


Essa gestão privilegia a seriedade, a responssabilidade e, acima de tudo, a convicção de que o Grêmio é grande e capaz de voltar ao topo do Mundo.


Torcedor gremista, acredite. É possível voltarmos a ser o verdadeiro Grêmio.


Precisamos do teu apoio para voltarmos a vencer.


E como diz o velho slogan: "Nada pode ser maior".



Fábio Mundstock