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Entrevistei o presidente da FGF, Francisco Novelletto. Leia na coluna dominical. Após a entrevista, Novelletto enviou um e-mail. É sobre a nova sede da entidade. Reproduzo trecho. “Reclamam que a FGF está construindo um prédio. Não esqueçam que é 100% do patrocinador através da venda do naming rights! Um legado que ficará para o futebol, para os clubes, mas para seu presidente saiu muito caro, ao ponto de ter (tomado) emprestado dinheiro particular e ter que ser internado duas vezes. Não fosse por tudo o que passei, se não quisesse curtir a sede nova , largaria tudo por ingratidão , pois todos sabem que não preciso e dedico seis horas por dia sem qualquer tipo de interesse”. Novelletto: “E não tinha nenhuma aferição de público nos estádios por parte da FGF. Muitas vezes, estádios lotados. Nós nos espantávamos com o borderô e mandávamos de volta para fazerem o acerto. Esse ano resolvemos fazer aquilo que a lei nos obriga”. Mais: “No nosso entendimento, os clubes do interior não querem pagar impostos, já que incidem vários impostos sobre público declarado.” Está mais do que justificada a minha perplexidade diante de alguns borderôs. Estádios lotados na TV ficavam quase vazios no borderô.