Hiltor Mombach

O desabafo de Renato

Após os 2 a 0 contra o Santos perguntaram a Renato qual era o segredo de levar um time que vinha mal com Luxemburgo a cinco vitórias em seis jogos, quatro enfiadas pelo Brasileiro:
“O que eu faço é uma pergunta que tem que ser feita aos jogadores.
Sei das minhas qualidades, não caí de paraquedas no futebol.
O que eu conheço de futebol, é muita coisa.
Tenho que aprender, tenho.
Mas muitos treinadores com idade avançada estão aprendendo com o Grêmio.”
Minha intuição diz que Renato cometeu ali um desabafo contra aqueles que o consideram mais um motivador  do que um treinador, como se ser motivador não fosse uma virtude.
Desabafo desnecessário, pois os resultados falam e falarão por si.
No mais, Renato, há um ditado que diz o seguinte:
“Elogio em boca própria é vitupério.” Como os treinadores não são divididos em categorias, os bons, médios e ruins, vale  o resultado de campo.
Estes são ótimos até aqui.