Hiltor Mombach

O desafio colorado no Maracanã

Carlos Corrêa / Interino

Enfrentar o Flamengo no Maracanã, desde sempre, é uma missão ingrata. De 2019 para cá, a pedreira ficou ainda maior. O Rubro-Negro não disputa o título do Brasileirão como se imagainava, mas está nas finais da Libertadores e da Copa do Brasil. É de longe o time com maior poderio ofensivo do país e não bastasse Gabigol, Arrascaeta e Everton Ribeiro, conta com Pedro numa fase que se der um chute, faz dois gols. Fosse o time titular e seria de pensar que Mano Menezes mudaria em quase nada o estilo de jogo do Inter para encarar o Flamengo hoje à noite. Mas há dois desfalques importantíssimos, os dois volantes: Gabriel, por lesão, e Johnny, pelo terceiro cartão amarelo. Na teoria, entram Liziero e Edenilson. Não ficarei surpreso, contudo, se o técnico colorado iniciar a partida com alguma novidade em termos táticos. Nos tempos de Grêmio, para conter um Inter mais ofensivo à época, mais de uma vez Mano utilizou um lateral no meio de campo. Alteraria o time em vários setores, mas reforçaria o poder de marcação.