Este Inter verdadeiramente internacional surgiu sob a presidência de Fernando Carvalho. Lá se vai uma década. Veio Vitorio Piffero. Luigi, a ponta do triunvirato, repete os equívocos dos antecessores, mas não os acertos, neste seu segundo ano de gestão. O Inter de Fernando Carvalho visivelmente esgotou-se, entrou em fase de estertor. Há se pensar em mudanças.
Expelido da cúpula política e levado ao Conselho de Ética, o destemido e sem rabo preso Roberto Siegmann lançaria uma série de denúncias com a esperança, imagino, que fossem investigadas, confirmando-as ou desmentindo-as. Isto há oito meses. Ficou o dito pelo não dito. Em campo, os jogadores surgem como reflexos deste Inter: sabem que tudo dará em nada.
