Hiltor Mombach

O fenômeno Jô

Jô foi apresentado pelo Inter no dia 22 de julho.
A estreia do ex-jogador do Corinthians e do CSKA, da Rússia, aconteceu no segundo tempo do confronto com o Atlético-GO.
Isto no dia 31 de julho.
Segundo dados do DataFolha, Jô foi acionado 11 vezes.
Não perdeu a bola nenhuma vez e acertou todos os passes.
Em compensação, não chutou nenhuma vez contra a meta adversária.
No dia 4 de agosto o Inter enfrentou o Flu no Rio.
Nem levou Jô.
Loss então: “O Jô precisa de ritmo de jogo.
Precisa ter essa condição de atuação, ter movimentos próximos de uma partida.
Ele não tem condições para iniciar um jogo, vai ter incursões durante os jogos”.
Contra o Cruzeiro, domingo, Jô entrou aos 32min finais no lugar de Damião.
Jogou 13min.
Jô deve ser um fenômeno para Loss.
Em seis dias (jogo contra o Flu) recuperou sua forma física e começou o jogo duro, terrível, disputado, contra o Independiente fora de casa.
Não tinha condições para encarar o Flu e, domingo, só tinha pernas para jogar 13min no Beira-Rio.
Fortaleceu a musculatura e ganhou ritmo em dois dias, segunda e terça.
Coisas do futebol.
Jô que não viu a cor da bola nos primeiros 45min na Argentina.
E que deu dois cruzamentos no segundo tempo.
Foi tudo o que fez o parceiro de Damião.
Não serve para encarar o Flu. Mas serve para encarar o Independiente.
E pedem que eu seja coerente.