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Fiasco segundo o dicionário: “Resultado desfavorável e vergonhoso ou insuficiente; fracasso; malogo. Antônimo: sucesso.” O Inter levou um baile do Sport no primeiro tempo. Acompanhado de dois gols. Por sorte não tomou 3 a 0. De um time que está na zona de rabaixamento. O empate heróico no segundo tempo em 2 a 2 não retira do resultado o rótulo de fiasco. Estamos diante de um arremedo de time, de uma falta de vontade que constrange diante dos salários milionários que são pagos. Fernandão decidiu escancarar esta apatia na entrevista. Numa entrevista que teve mais impacto do que o empate em 2 a 2. Frases: “Eu não posso ficar com três ou quatro jogadores parados... Ou a mentalidade muda ou a gente começa a mudar as peças... Mentalmente não estamos preparados para brigar por nada neste campeonato... Não adiante um apontar o dedo para outro... A atitude do primeiro tempo foi vergonhosa... Não sei se hoje o time precisa do perfil do cara amigo... A zona de conforto é muito grande no Internacional... Não adianta dar canetas, balãozinho...” Para quem foi o recado? Para o Damião, claramente. O atacante tentou marcar de letra. Mas o chapéu cabe no D"Alessandro do primeiro tempo. E em Forlán. Fernandão detonou. Resta saber se não será detonado. Os treinadores não estão resistindo no Beira-Rio. Enfim, uma atitude. Alguém tinha que botar a boca no trombone. Como a direção silencia, coube ao treinador. Por onde anda Luciano Davi? E Luigi?