Importantes dirigentes do futebol estão apostando no fim da espanholização do futebol brasileiro ao final de 2018.
A Série A vai distribuir R$ 1,2 bilhão nesta temporada e na próxima.
Os clubes estão divididos por grupos:
1) Flamengo e Corinthians R$ 170 milhões;
2) São Paulo, 110 milhões;
3) Vasco e Palmeiras, R$ 100 milhões;
4) Santos, R$ 80 milhões e
5) Cruzeiro, Atlético Mineiro, Grêmio, Fluminense e Botafogo, 60 milhões.
Mesmo na B o Internacional receberá R$ 60 milhões.
Quem recebe mais depois é o Goiás, R$ 35 milhões.
A partir de 2019 os contratados da Globo terão 40% distribuídos de forma igual, 30% por premiação e 30% por audiência.
Isso valerá para a TV aberta, fechada e pay-per-view. Isto valerá para os 20 participantes. Significa que 20 times, mesmo os oriundos da Série B, dividirão igualmente quase R$ 500 milhões.
Romildo Bolzan, um dos dirigentes que mais fincou pé pela mudança, vibra com o maior equilíbrio, com o fim da espanholização.
Nada como a concorrência.
O Esporte Interativo entrou na briga pelos direitos do Brasileiro-2019, obrigando a Globo a rever importantes conceitos de negociação. Flamengo e Corinthians tiveram que aceitar a nova fórmula, mais equilibrada.
