Hiltor Mombach

O futebol brasileiro tem a cara do seu chefe

O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, esteve ou ainda está na lista dos dirigentes que poderão ser alvo de um pedido de prisão por parte dos Estados Unidos.
Fato: indiciamento por corrupção no futebol.
O FBI coletava dados sobre o brasileiro e espera incluí-lo na próxima lista de indiciados.
Denunciado por corrupção, Marco Polo del Nero, assistiu ao jogo contra o Iraque na tribuna do Mané Garrincha.
Ele não esteve em Brasília na primeira partida.
Há um ditado que diz que o dono é que engorda o gado.
Ou seja, um negócio só prospera com a presença constante do dono, do chefe.
O futebol masculino do Brasil tem a cara do seu chefe, do presidente da CBF.
Deveria ser indiciado por roubar do torcedor brasileiro qualquer esperança de dias melhores.
Não bastava o fiasco da Copa, os retumbantes e históricos 7 a 1 contra a Alemanha.
Não bastava o fiasco inominável na Copa América, quando o Brasil foi eliminado na fase de grupos.
Estamos contaminados em todas as categorias.
O futebol masculino olímpico corre sério risco de ficar na primeira fase.
Em casa, no Brasil.
Isto depois de empatar sem gols contra África do Sul e Iraque. Contra o Iraque o torcedor vaiou e gritou "olê, olê, olá, Marta, Marta!".
O futebol feminino aplicou duas goleadas.
Agira o time de Neymar e Cia terá que vencer a Dinamarca, líder do grupo.
A esperança de ouro está por se transformar não num mico, mas num gorila.