Hiltor Mombach

O futebol sem fôlego

Neste momento de uma crise inédita as perdas serão inevitáveis

Dias atrás o site Sports Value trouxe um levantamento que levou o título de “Covid 19, coronavírus, impactos econômicos para a indústria e esportiva”.
Registra perdas com a vendas de ingressos, direitos de TV,  de produtos e patrocínios e projeta que o esporte profissional global deve perder mais de US$ 15 bilhões por conta da Covid-19.
Estima que 4,6 bilhões de pessoas estão conectadas à Internet e 3,8 bilhões nas redes sociais e prega que “as marcas precisam explorar essa audiência domiciliar única na história da humanidade.”
Diz que os “grandes ídolos têm mais seguidores nas redes sociais que seus clubes.” É algo para ser pensando. Depois da injeção de dinheiro da TV, que despeja mais de um bilhão só no Brasileiro, os clubes se acomodaram nas suas ações de marketing. 
Neste  momento de uma crise inédita diz que “as perdas serão inevitáveis, mas o marketing criativo e agressivo pode minimizar os estragos da crise atual.” Não há sequer planos para manter o associado em dia, quanto mais de marketing.
O dirigentes estão reféns do vírus. Como se nada pudesse ser feito fora das quatro linhas para minimizar a crise.