Os dirigentes dos clubes seguem realizando reuniões por videoconferência.
Neste momento está decidido que nada pode ser decidido.
Vamos aos fatos.
Não houve sequer cogitação de que o Brasileiro seja realizado na fórmula antiga, a do mata-mata.
Não há plano B.
A ordem é manter o campeonato por pontos corridos e com 38 rodadas, mesmo que o calendário invada 2021.
Não se sabe como se dará o retorno ao futebol, se com portões fechados, abertos, com os torcedores tendo que respeitar uma distância mínima, usando máscara ou sem máscara.
Não há plano B neste sentido porque não serão os clubes que decidirão como se dará o recomeço do futebol, mas as autoridades sanitárias.
Caso a paralisação do futebol se prolongue por mais dois, três meses, como ficará?
A sugestão de alguns dirigentes é propor licença remunerada aos jogadores, negociando salários.
Como o nome já diz, na licença remunerada o empregado segue recebendo.
No entendimento de alguns advogados, os jogadores de Inter e Grêmio não estão de férias, mas de licença remunerada, na medida em que seguem trabalhando em casa.
O futebol sem plano B
Neste momento está decidido que nada pode ser decidido
