Hiltor Mombach

O G-4 que virou G-6 e as influências

O Grêmio dormiu com 2% de chance de G-4 no Brasileiro e acordou com 17% de chance de G-6. O G-6 pode virar até G-7. O Fluminense cresceu na parada. Atualmente quinto do Brasileiro, aumentou suas chances para 70% segundo o matemático Tristão Garcia. O Atlético-PR, sexto, tem 38%.
A mudança mexeu na ponta de cima e vai espraiar para a turna do rodapé. Times que seriam coadjuvantes passaram a ter chances reais de vaga na Libertadores. Em tese, se empenharão mais.
O Flu jogará como mandante contra Vitória e Inter; como visitante, contra Coritiba, Cruzeiro e Figueirense. Cinco dos dez confrontos que ainda restam serão contra rivais que lutam para não cair.
O Atlético-PR joga em casa contra Coritiba, Cruzeiro e Sport e, fora, contra América-MG e Vitória. O Inter está fora do caminho.
O Santos está no G-4 com 91% de chance de Libertadores. Encara, na Vila Belmiro, Vitória e América-MG e, fora, o Cruzeiro.
Em tese, que em futebol tudo é tese, a mudança de G-4 para G-6 interessa ao Inter pelo menos nesta rodada. Com 17% de chances de Libertadores, o Grêmio encara o Vitória; agora com 29% de chances, o Botafogo pega o Figueirense. A Ponte, quem diria, tem 11% de chances. Vai cruzar contra o Cruzeiro.