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Trabalhei com o jornalista Adil Borges Fortes da Silva (morreu em 2004, aos 87 anos). Adil fez carreira na Folha da Tarde, do então Grupo Caldas Júnior, onde foi secretário de redação da década de 1950. Ficou conhecido pela coluna política ‘O Perdigueiro’, que assinava com o pseudônimo Hilário Honório. No dia 11 de abril, na trilha do golpe militar, saiu-se com esta: “Séria crise entre os nossos clubes de football: ninguém quer ser escalado para a ala esquerda”. E com esta, não referente a futebol: “Piada sem graça espalhada pelo Largo dos Medeiros: dizem que vão fechar tôdas as padarias da cidade. Estão sendo acusadas de agitarem as massas”. Adil era irmão de Adail Borges Fortes da Silva, o falecido ‘seu Adail’, que marcou época como comandante do velho Correio do Povo, o Correião. Meu querido comandante. Ninguém falava com o “doutor” Breno Caldas sem o aval de Adail.