Em 10/5/2015) o Grêmio estreava no Campeonato Brasileiro contra a Ponte Preta no empate em 3 a 3. O treinador era Felipão que mandou para campo o seguinte time: Marcelo Grohe; Rafael Galhardo (Matías Rodriguez), Geromel, Rhodolfo e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon, Lincoln (Everton) e Giuliano (Douglas); Luan e Yuri Mamute.
Felipão pediria demissão nove dias depois.
Em 26 de maio Roger assumiria o comando do time.
Roger ficaria no cargo até a derrota para a Ponte Preta pelo Brasileiro deste ano por 3 a 0, em 14/09. O último time de Roger: Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Walace, Jailson, Lincoln, Luan e Pedro Rocha; Bolaños.
Quatro dias depois da demissão de Roger, entrou Renato Portaluppi. O time campeão da Copa do Brasil: Marcelo Grohe; Edílson, Pedro Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon, Ramiro (Jailson), Douglas (Miller Bolaños) e Everton (Fred); Luan.
Marcelo Grohe, Geromel, Marcelo Oliveira, Walace, Maicon, Douglas, Everton e Luan estavam em campo há um ano e sete meses.
Futebol não funciona como receita de bolo, mas em tese, que tudo é tese, quanto mais um time está entrosado, melhor. Quanto mais joga junto, melhor.
Este Grêmio campeão da Copa do Brasil foi montado por Felipão ainda na gestão Koff. Coube a Roger azeitar as peças. Renato Portaluppi chegou para motivar o grupo e para corrigir o principal defeito da equipe, que levava muitos gols pelo alto.
Lembrando que Roger já havia percebido isto ao escalar o volante Ramiro em alguns jogos como uma espécie de ponteiro-direito para segurar o avanço do lateral rival. Felipão, Roger e Renato têm, em comum, o fato de serem muito identificados com o Grêmio.
O timoneiro Romildo Bolzan não permitiu terra arrasada em nenhum momento de crise técnica no futebol, manteve quase sempre o mesmo grupo. A saída mais importante foi a de Giuliano.
O Grêmio colhe no final desta temporada os frutos que plantou lá atrás. Pontualmente, venceu a tese de que um time campeão só se forma com o tempo.
