Os 4 a 0 do Grêmio já no primeiro tempo determinaram ue um jornal peruano registrasse que o time gaúcho havia sido “um rolo compressor”. Virou 4 a 0 e terminou 6 a 1.
Olhada no contexto a goleada sobre o modestíssimo Ayacucho, determinando que o Grêmio cumprirá tabela no segundo jogo, não serve como reabilitação. Mas também é verdade que um tropeço diante de rival imensamente inferior aumentaria uma crise que já é a mais retumbante da gestão Romildo Bolzan.
Que não se pense, por favor, que o time não carece de reforços. O Ayacucho não é parâmetro. O parâmetro deve ser Flamengo, Inter, Galo, São Paulo e Palmeiras..
No Brasileiro, o Grêmio levou 4 a 2 diante do Flamengo em Porto Alegre e ficou no 1 a 1 fora. Diante do Inter, 0 a 0 na Arena e derrota de 2 a 1 no Beira-Rio. Contra o Galo, 1 a 1 como mandante e queda de 3 a 1 como visitante. Diante do São Paulo levou 2 a 1 em Porto Alegre e ficou no 0 a 0 fora. Empatou as duas diante do Palmeiras, contra quem perdeu as duas na final na Copa do Brasil.
Em tempo: como está mal o goleiro Vanderlei! E como segue bem Diego Souza, autor de três gols, o último uma pintura.
O MASSACRE EM NÚMEROS DO SOFASCORE
