Não tenho condições de avaliar as demissões de Bolzoni e Felipe do Canto.
As informações que disponho são insuficientes e todas partem do mesmo lado, o lado que demitiu.
Agregando ainda que sou leigo e ignorante quando o assunto é medicina em qualquer das suas áreas.
Há anos ouvi um relato que dava conta de que Bolzoni estava de saída do Grêmio.
Teria ficado por interferência de terceiros.
Foi num tempo em que aconteceu um estudo de reformulação no departamento médico.
O peixe que me venderam era de que o clube passaria a ter um diretor na área e só.
Quando necessário recorreria a médicos previamente selecionados.
Não teria mais médicos contratados, pagando em folha.
Mas isto pouco importa aqui.
Importa é Bolzoni e Do Canto foram demitidos e fica a impressão de que todos os problemas foram solucionados.
Lembro que eles não contrataram o centroavante André pagando uma pequena fortuna.
E que André entra em campo sem ter entrado.
A política de venda de Arthur e Jaílson sem reposição também não é de responsabilidade dos médicos.
Nem como a escolha de prioridades, no caso as disputas da Libertadores e da Copa do Brasil em detrimento do Brasileiro.
Aliás, aqui ninguém tem culpa.
Pelo menos no Grêmio.
Culpada é a CBF por impor um calendário insano.
Seria mais justo se todos fizessem o mea-culpa.
Não farão.
Aos médicos o que é dos médicos.
E aos demais, como fica?
