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Do meio para frente o Grêmio está ajeitado. Poderia vir mais um armador, pois o Brasileiro é longo e exige um grupo de jogadores qualificados, mas dá para entrar no baile assim. Até os quero-queros de São Pedro da Serra sabem que o problema do Grêmio está atrás. Mandaram desembarcar um lateral-direito que nem no banco fica e dois zagueiros, um já despachado e o outro não aprovado. A outra lateral também está capenga pois seu titular, de utilidade em 2015, parece chumbado ao gramado. Agora sob nova direção, o futebol do Grêmio precisa para anteontem de dois laterais, um para cada lado, e dois zagueiros, um para compor com Geromel e o outro para a reserva. Se desembarcar um que jogue metade do que jogava Rodholfo, já serve. Vou montar aqui um Grêmio sem pirotecnia, misturando quem se foi não vai muito tempo e quem está na Arena: Marcelo Grohe; Galhado, Rodholfo, Geromel e Alex Telles; Wallace, Maicon, Lincoln e Giuliano; Luan e Bolaños. Do meio para frente, não precisei recorrer a nenhum jogador do passado recente. Na faculdade do futebol, os dirigentes costumam faltar às aulas que ensinam que empilhar jogadores só sobrecarrega a folha. Vamos ver de Guerra aprendeu esta lição.