Hiltor Mombach

O Grêmio estabilizado

Roger estreou como treinador do Grêmio no dia 31 de maio de 2015 num empate em 1 a 1 contra o Goiás no Serra Dourada pelo Brasileiro.
No jogo seguinte o time enfiou 3 a 1 na sensação do campeonato, o Corinthians, na Arena.
A terceira partida marcaria o desencanto do torcedor: derrota para o São Paulo no Morumbi por 2 a 0 com atuação desastrosa.
O Grêmio seguia o mesmo.
Mudara não mudando.
A recuperação viria no confronto seguinte, na Arena: 2 a 1 contra o Atlético-PR.
E, com ela, a estabilidade da equipe, com muitos altos e raros baixos.
Assim o Grêmio garantiu a vaga na Libertadores e Roger firmou-se rapidamente como um técnico competente.
Bastou uma derrota contra o Toluca, precedida por um tropeço no Gauchão, para parte da torcida voltar a duvidar do potencial do time. O Grêmio não degringolou e enfiou 4 a 0 na LDU.
Está mais do que na hora de até mesmo os mais reticentes perceberem que muitas coisas mudaram na Arena quando o assunto é futebol.
Mudaram para melhor.
Há time e já há banco.
Não vai muito, Romildo me disse, assim como quem profetiza, que sentia cheiro de título no ar.
Não sei o quilate da taça, sei que o assanhamento dos gremistas não é de graça.