Aguirre, Argel, Falcão, Roth, Lisca, Zago e Guto Ferreira. Para engrossar a lista o interino Odair Hellmann.
Oito treinadores em menos de dois anos, média de quatro por ano ou um a cada três meses.
Fora alguns bons jogos com Aguirre, o Inter vem sendo mais do mesmo neste período. O bom aproveitamento na largada de Argel já foi devidamente analisado aqui mesmo. Quem vê uma vaca em cima de um poste sabe que a vaca está lá. Como a vaca chegou lá são quinhentos. O Inter de Argel era a vaca em cima do poste.
Guto Ferreira chegou ao quinto jogo no comando do Inter e o time segue com a cara de Zago, Lisca, Roth, Falcão...
A chuva e a péssima condição do gramado do Arruda não bastam para justificar a atuação pífia de sábado, o 0 a 0 contra um risível Santa Cruz. Numa equação, o Inter é nada + nada = nada.
A equipe retorna de duas partidas como visitante com dois míseros pontinhos obtidos em dois empates, com atuações horrorosas se eu for levar em conta os rivais. Antes, havia ficado no 1 a 1 contra o glorioso América-MG que neste momento namora com o Z-4.
Para não dizer que não falei de flores, um ditado: não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe.
