O Inter (vale para os demais clubes) deveria contratam quem entende de arbitragem para palestrar aos jogadores sobre a nova interpretação do pênalti.
Não tão nova assim.
Se já fez isto, os “alunos” precisam de reforço na matéria.
Contra o Alianza Lima, pela Libertadores, olateral Iago colocou a mão na bola.
Tivesse VAR, seria marcada penalidade.
Contra a Chapecoense o zagueiro Emerson Santos tocou com o braço na bola dentro da área.
O árbitro não viu, mas o VAR flagrou.
Pênalti convertido em gol.
Não há mais mão na bola ou bola na mão.
Braço e mão não podem servir como extensão do corpo.
Simples?
Não, pois de quebra há a interpretação do assoprador de apito.
O Inter a as penalidades
Não há mais mão na bola ou bola na mão
