O comportamento humano não carrega nenhuma complexidade.
Somos decifráveis por natureza.
Vejam o futebol, por exemplo.
Previsível o Inter após nova derrocada.
Leio que toda a cúpula futebolística do Inter pode cair.
Lembro do clichê "quando o time ganha, ganham todos.
Quando perde, perdem todos."
Como o Inter não ganha nada há três anos e sete meses concluo que andam caçando bodes expiatórios.
Afinal, são 12 eliminações em torneios de mata-mata.
Sacrifica-se o baixo clero por um propósito maior, baixar o fogo.
É escancarada manobra diversionista.
Nem os quero-queros festivos de Rosario acreditam que Magrão e Becker formam a tal da cúpula.
Ainda sobre os quero-queros.
Dizem que cantam para o lado bem oposto do seu ninho.
Amigos, não há cúpula no Beira-Rio.
Há um presidente onipresente que manda no futebol, que contrata e descontrata, e três ou quatro amigos próximos tomados por uma fulminante erudição futebolística.
Lembro dos aspones, no dicionário "indivíduos que exerce um cargo sem função real ou útil."
O Inter: a cúpula de um homem só
Amigos, não há cúpula no Beira-Rio. Há um presidente onipresente que manda no futebol
