Hiltor Mombach

O Inter e a saída de Anderson: "Negócio bom demais"

Segundo o vice-presidente do Inter, Alexandre Chaves Barcello, a rescisão de Anderson "foi um negócio bom demais para o Inter".
O clube publicou uma nota curta dizendo apenas que "o Sport Club Internacional e o volante Anderson chegaram a um acordo para finalizar o contrato de trabalho. O Clube deseja sucesso ao atleta na sequência de sua carreira."
O jogador tinha contrato até fevereiro de 2019.
Estima-se que receberia entre R$ 5 e R$ 6 milhões nesta última temporada.
O Inter não fala em números.
Especula-se que pelo acerto pagará 30% a menos.
Mais: pedalados.
O parcelamento entrará na outra gestão.
Ou seja, é superior a um ano.
O jogador foi representado por um advogado.
Contratado em fevereiro de 2015 pelo então presidente Vitorio Piffero para ser a estrela do time, ele ganhou um contrato de quatro anos e o maior salário do elenco.
Porém, nunca chegou a firmar-se como titular.
Depois de dois anos no Inter, foi colocado para treinar em separado em janeiro passado. Em seguida, acabou emprestado para o Coritiba — com o Inter bancando dois terços dos seus salários —, onde, assim como em 2016 no Inter, foi rebaixado para a Série B.
Na época da contratação por quatro anos as especulações davam conta de que a operação custaria no total, R$ 28 milhões aos cofres colorados.
Isso, porque o acordo previa salários de R$ 500 mil mensais ao meio-campista, além de R$ 4 milhões em luvas, que seriam diluídas no salário.