Uma das Leis de Murphy diz que “se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”
Lembrei desta famosa lei ao conversar com Fernando Carvalho.
Fui checar se ele havia contratado Roger. Falo sobre o assunto no Tiro Livre.
Ouvi dele lembranças do Gauchão de 1962.
O Inter estava a cinco pontos na frente do Grêmio e faltavam apenas três rodadas para o final (a vitória valia dois pontos e o empate, um).
Numa sequência eletrizante o Grêmio levou o supercampeonato, inaugurando ali o hepta.
Faltam três jogos para o final da Série B.
Segundo o matemático Tristão Garcia, do site Infobola, o time tem 99% de chance de acesso. Com um mísero pontinho em nove que ainda disputará retornará para o seu lugar, que é entre os grandes. Mas, e há sempre um mas em tudo, falta este mísero pontinho.
Nelson Rodrigues dizia que “o patético de nossa época é que o passado se insinua no presente, e repito: a toda hora e em toda parte, a vida injeta o passado no presente”.
Com dois míseros pontinhos a mais talvez não tivesse caído no ano passado. Classificação virtual não existe.
O Inter precisa do carimbo da matemática.
