O último título importante do Inter data de 2011 e foi obtido em mata-mata.
Trata-se do bi da Recopa.
Perdeu por 2 a 1 para o Independiente na Argentina e venceu aqui por 3 a 1.
O jornalista Alexandre Alliatti abriu assim a crônica no GE:
“É uma fonte que não seca, é uma rotina que não cansa, é uma história escrita sem ponto final.
Ano após ano, desde 2006, o Inter conquista pelo menos um título de nível internacional.”
Os tempos de ouro viraram tempos de chumbo. Em 2019, chegou até a decisão da Copa do Brasil.
Perdeu os dois jogos do mata-mata, o segundo num Beira-Rio lotado, para o Athletico-PR.
Este ano caiu na semifinal do regional para o Grêmio.
Perdeu como mandante o primeiro confronto por 3 a 0 e ganhou o segundo, na Arena, por 1 a 0. Outro fracasso em mata-mata.
Nada se compara, porém, ao vexame da Copa do Brasil.
Caiu na primeira fase ao levar 2 a 0 do Globo. O empate servia.
Nesta terça-feira, no Beira-Rio, tentará mudar a história recente.
Se fizer 2 a 0 no Colo-VAR irá para as penalidades e, com 3 a 0, estará nas quartas de final da Sul-Americana.
Passando, pegará Deportivo Cali ou Melgar.
O Inter e os matas
O último título importante do Inter data de 2011 e foi obtido em mata-mata.
