Hiltor Mombach

O Inter ia bem, até que Renê...

Fez 1 a 0 e, quando mandava no jogo, Renê cometeu uma falha imperdoável, pifando o rival que empatou aos 44 minutos do primeiro tempo. Logo depois, a virada, 2 a 1.

Renê cometeu uma falha imperdoável
Renê cometeu uma falha imperdoável Foto : MIGUEL SCHINCARIOL / AFP / CP

Depois de um mês o Inter voltou a disputar uma partida oficial.
Encarou o Belgrano pela Sul-Americana na Arena Barueri.
Fez 1 a 0 e, quando mandava no jogo, Renê (outra vez) cometeu uma falha imperdoável, pifando o rival que empatou aos 44 minutos do primeiro tempo.
Logo depois, a virada, 2 a 1.
O Inter não pode mais ser primeiro.


Caso consiga o segundo lugar fará um playoffs com um terceiro colocado na fase de grupos da Libertadores se quiser uma vaga nas oitavas.
A eliminação não pode ser debitada toda na conta da catástrofe que atinge o RS.
Antes da enchente havia empatado com Belgrano e Real Tomayapo. Ganhou apenas do Delfín.


Perdeu jogando com Alan Patrick, Wesley, Borré e Enner Valencia.
A Arena Barueri abraçou o time, com mais de quatro mil torcedores.
Em alguns momentos o Inter chegou a ter 85% de posse de bola.
Finalizou 14 vezes contra quatro.
Gols: Borré , aos 38 min do 1° tempo; Chavarría, aos 44 min do 1° tempo e aos 47 min do 1° tempo


Inter: Rochet; Bustos (Bruno Henrique), Vitão, Robert Renan (Gustavo Prado) e Renê; Fernando (Alario), Maurício (Aránguiz) e Alan Patrick; Wesley, Borré e Enner Valencia Técnico: Eduardo Coudet


Belgrano: Losada; Moreno, Rébola e Baldi (Delgado); Barinaga, Heredia, Quignon, Metilli (Lencioni) e Velázquez (Troilo); Chavarría (Matías Suárez) e Reyna. Técnico: Juan Carlos Real


Premiação: Fase de grupos: 900 mil dólares (R$ 4,5 milhões) + 115 mil dólares por vitória (R$ 575 mil).
Playoff: 500 mil dólares (R$ 2,5 milhões)