Até os quero-queros de Torres, onde estarei no dia 11 participando de um bate-papo com o também jornalista e escritor Nelson Adams Filho e autografando o meu livro “quando o corpo grita – síndrome do pânico”, sabem que com este futebol tico-tico o Inter será coadjuvante das competições nacionais em 2018.
Quem não viu o jogo terá dificuldade em acreditar em o time principal do Inter ficou no 1 a 1 com os reservas do Boavista do Rio de Janeiro num estádio de Cascavel com muitos colorados. Levou o gol de empate quase ao final de um jogador que parecia fora de forma.
O modestíssimo rival ainda ensaiou um abafa.
Embora atuando com os titulares tenha vencido o Veranópolis em pleno Beira-Rio com as calças na mão (1 a 0) e, jogando um pouco melhor, perdido no Centenário para o Caxias por 2 a 1, estas duas partidas pelo glorioso Campeonato Gaúcho.
De acordo com o regulamento da Copa do Brasil, a equipe visitante tem a vantagem do empate na primeira fase da competição.
O Inter era um tipo de visitante-mandante, pois a torcida, que vaiou no intervalo e final, era toda ela colorada.
Passou levando susto no final.
Contra o Boavista.
O Inter saiu da Série B. Mas a Série B parece não ter saído do Inter.
A sessão de autógrafos em Torres acontecerá domingo, dia 11, às 20h30min na "Casa da Terra", localizada na Rua José Antonio Picoral, 171, centro da cidade.
