Em 11 de janeiro o treinador Thiago Carpini trocou o Juventude pelo São Paulo. Com ele o time subiu para a Série A.
Um dia depois o clube de Caxias anunciou Roger Machado.
Vapt-vupt.
Em 20 de março o Juventude eliminou o Inter nas semifinais do regional. Fez a final contra o Grêmio e perdeu.
Em 13 de julho voltou a eliminar o Inter, desta vez da Copa do Brasil, com uma vitória no Beira-Rio e um empate no Jaconi.
Sabedora de que perderia Roger a direção anunciou no dia 17 a contratação de Jair Ventura.
Vap-vupt.
Só um dia depois o Inter anunciaria oficialmente Roger.
Com Jair Ventura eliminou o campeão da Libertadores da Copa do Brasil com vitória em Caxias (3 a 2, chegou a estar 3 a 1) e empate no Maracanã em 2 a 2 (chegou a fazer 2 a 0).
Carpini, Roger e Ventura.
Três técnicos em sete meses e o time segue em alta.
Isto tem nome: gestão.
Explico o título um tanto pomposo da coluna.
O Juventude está fabuloso porque futebol é momento e pela circunstância, uma folha salarial de R$ 3 milhões, a mais baixa entre todos da Série A.
O Juventude está fabuloso
Três técnicos em sete meses e o time segue em alta. Isto tem nome: gestão
