Volta e meia o futebol reserva jogos como o de terça-feira entre Inter e Maracanã.
O Inter penou para fazer 1 a 0.
Marcou aos 47 minutos finais.
O segundo tempo teve 16 minutos de acréscimo.
Foram 28 finalizações contra duas.
Foram duas bolas no poste.
Alan Patrick perdeu pênalti.
Dos três gols marcados, dois foram anulados via VAR.
Foram 15 escanteios contra nenhum.
Porém, deste massacre nos números, fica apenas o resultado, minguado de 1 a 0.
O VAR quer brilhar mais do que os atores principais, os jogadores.
O segundo gol, anulado, do menino Raykkonen, seria confirmado fosse outro o assoprador de apito.
Mas estamos assim: em cada cabeça de árbitro uma sentença diferente.
Tentaram achar pelo em ovo também no terceiro gol.
Ninguém mais aguenta o VAR tupiniquim.
Porque ninguém entende os critérios, se há, do VAR verde-amarelo.
