Hiltor Mombach

O mercado da bola e a lei da selva

Não se pense que a investida do mercado exterior, liderado pelos chineses, no mercado brasileiro de futebol, provocando desfalques importantes em grandes time e o desmanche do Corinthians, irá igual desiguais.
Há uma notícia emblemática. O Corinthians, que já perdeu Edu Dracena, Ralf, Jadson, Vagner Love e Renato Augusto, e que pode ficar sem Cássio e Gil, anunciou o zagueiro Vilson, ex-Palmeiras e Grêmio e que estava na Chapecoense.
Sem dinheiro, os grandes vão atacar no mercado sul-americano, bancando jogadores muitas vezes desconhecidos, ou no mercado tupiniquim, enfraquecendo ainda mais os times médios e pequenos.
É a lei da selva.
O maior come o menor.

O mercado da bola aponta hoje para a saída dos principais jogadores que disputaram o último Brasileiro e a contratação de reforços que em nada entusiasmam o torcedor.
Diante deste quadro entende-se a contratação de Kadu pelo Grêmio e do volante Fabinho pelo Inter.
Não cito o outro volante, Fernando Bob, este inegavelmente um bom jogador.

Diante deste quadro é de se pensar duas vezes antes de emprestar Taiberson ou Yuri Mamute. Sobre Mamute: não estourou como se previa, mas é melhor do que Vitinho e Bobô.