Conversei com vários conselheiros do Inter, entre eles alguns ex-dirigentes.
Não enxergam justificativas para que se solicite o afastamento do presidente do Inter, Alessandro Barcellos, e da sua diretoria.
Todos foram eleitos pelo voto do associado.
O pedido só poderia ter andamento se houvesse prova de algum ato ilícito ou de gestão temerária.
Tratam o gesto como oportunista.
Acham que isto abriria um precedente perigoso e que, se o Inter vai mal, as coisas só iriam piorar.
Abriria o precedentes de, em futuras gestões, movimentos políticos ou conselheiros isolados solicitarem o mesmo diante de circunstância adversa.
Estar mal no futebol, quase ter ido para a Segundona, não é motivo para que se solicite o afastamento, dizem.
Em 2002 o Inter escapou do rebaixamento na última rodada em circunstâncias parecidas.
O aumento da dívida também não seria motivo porque ela vem aumentando desde a fundação do clube.
Ouvi de alguns entrevistados que o presidente do Conselho Deliberativo, Gustavo Juchem, deverá indeferir o pedido.
De um deles, que pediu para não se citado, ouvi o seguinte:
“Se fosse com a Situação, tenho certeza de que eles (Povo do Clube e atual gestão) aprovariam o afastamento.
Eu não aprovo porque não acho correto.
Só aprovaria por um motivo concreto e grave.”
O pedido de afastamento de Barcellos na visão de ex-dirigentes
Não enxergam justificativas para que se solicite o afastamento do presidente do Inter, Alessandro Barcellos, e da sua diretoria.
