Na “Análise Econômico-Financeira dos Clubes Brasileiros de Futebol” de 2019, sobre as contas de 2018, realizada pelo pessoal do Itaú BBA, foi apontada uma dívida de R$ 92 milhões do Figueirense com “receitas em baixo e custos elevados” e “com o aumento da dívida bancária em R$ 3,3 milhões”.
A greve de jogadores, que resultou no W.O. diante do Cuiabá pelo Brasileiro da Série B, faz pensar sobre o modelo clube-empresa.
Em meados de 2017 o clube virou sociedade anônima.
A administração ficou com a Elephant Participações por 20 anos.
A greve se deu por salários atrasados.
A Elephant Participações Societárias S.A tem no comando Claudio Honigman, antigo parceiro de Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF.
Ele foi sócio de Sandro Rosell, ex-dirigente do Barcelona que já cumpriu pena de prisão. Turma boa, como se vê.
Em 2018, Jamil Chade, correspondente do Estadão, revelou que Ricardo Teixeira pediu a ajuda de Sandro Rosell para poder visitar ilhas paradisíacas na Ásia, mesmo depois de ter sido indiciado pelo FBI por corrupção e incluído em listas da Interpol.
Os jogadores que Figueirense querem ver Honigman longe do clube.
Um novo W.O. pode gerar a exclusão do clube do campeonato.
Crise histórica da tradicional agremiação catarinense.
O peso do Elephant
Figueirense tem “receitas em baixo e custos elevados”
