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Rubens Minelli disse certa feita que “o time faz a tabela”. A frase do mestre não significa apenas que não se escolhe adversário. Revela que equipe em boa fase, entrosada e praticando um bom futebol nada tem a temer venha quem vier. Diria que a sentença vale mais para campeonatos longos, como o Brasileiro, e menos quando se trata de mata-mata. Estamos diante de uma faca de dois gumes, ainda mais quando se trata de Libertadores. Pudesse, e certamente o Boca, primeiro colocado geral da fase de grupos em 2016 com 100% de aproveitamento (18 pontos), não escolheria o River Plate, último colocado (7 pontos), para o confronto das oitavas. Perdeu a primeira, fora, arrumou uma confusão da segunda e foi eliminado pela Conmebol. Também e 2015 o Corinthians “escolheu” o Guaraní do Paraguai para jogar as oitavas e dançou uma guarânia. Este ano Grêmio, San Lorenzo e LDU ficaram no chamado grupo da morte onde um já estava morto, o hoje vivíssimo Toluca, líder do grupo, imbatível no México e invicto. Que o Grêmio faça sua parte na Arena, vença este Toluca bom de bola, e venha quem vier, a parada será dura!