Amigos, ninguém pode imaginar o resultado da soma de frustração com apreensão.
É nitroglicerina pura.
O torcedor de futebol convive com a dramaticidade a cada lance, padece na carne com os tropeços do seu time e, antes de se consumar a vitória, explode em angústia.
Pensei em escrever que este Grêmio não vai a lugar nenhum neste Brasileiro. Os otimistas exclamarão: e a Sul-Americana!
Os pessimistas, escaldados, retrucarão: e o rebaixamento!
Um time com folha salarial girando entre R$ 12 milhões e R$ 14 milhões por mês merecia estar no topo da tabela e não chumbado numa posição tão delicada.
Com míseros três pontos a mais do que a turma dos rebaixados o Grêmio vai para a reta final do Brasileiro com 14% de possibilidade de cair.
O dado é do site Infobola.
Passou da hora de parar de debater se Renato é um salvador.
O time com folha deste tamanho não precisa de um salvador. Precisa de um treinador capaz de montar uma equipe minimamente confiável.
Alguém dirá que falta grupo, faltam bons jogadores. Obviamente a direção é cúmplice.
