Enquanto a OAS SA luta para conseguir financiamento para evitar um calote, investidores se preparam para aquele que pode ser o maior colapso no Brasil desde que o império corporativo de Eike Batista veio abaixo.
Os US$ 875 milhões em bonds da construtora com vencimento em 2019 caíram mais do que qualquer outro título dos mercados emergentes neste ano depois que a empresa descumpriu um pagamento de dívida neste mês.
A 18 centavos de dólar, a OAS agora é negociada em uma faixa que indica que a empresa será liquidada, segundo a Oppenheimer Co.
A OAS foi citada na maior investigação de corrupção do Brasil como uma das várias construtoras que teriam subornado a Petrobras em troca de contratos.