Treinadores de futebol acertam e erram. Uns mais do que outros. Há os que acertam quando poderiam errar e os que erram quando era imprescindível que acertassem.
Em mata-mata é matar ou morrer. Em confronto de times cascudos, um errinho e a vaca vai para o brejo.
Eram 14min do segundo tempo e o Inter estava encurralado pelo Cruzeiro, que mandava no meio-campo e apertava o torniquete em busca do primeiro gol. Odair mandou entrar Wellington Silva na vaga de Nico López. Com Wellington Silva passou a ter uma jogada de desafogo, o contra-ataque. O time melhorou muito, fez 1 a 0, obtendo assim vantagem para a segunda partida das semifinais da Copa do Brasil. Ponto para o treinador.
Eram 15min do segundo tempo do jogo de quarta-feira e, diante de um Maracanã lotado, Flamengo e Inter realizavam uma partida morna pelas quartas de final da Libertadores. Quase nada acontecia em campo e o time carioca só havia tido uma boa chance, quase ao final do primeiro tempo. Rafinha de um lado e Guerrero de outro tentavam apitar um confronto picotado por faltas.
Aos 15min Wellington Silva entrou na vaga de Sobis. Qual a explicação para a troca? Pela postura do Flamengo, não havia a possibilidade do contra-ataque, o Inter não estava sendo encurralado e, para os seus interesses, a partida esta indo bem até demais. O empate sem gol parecia escrito nas estrelas.
Quem era Sobis nesta partida? Um gigante. Combativo na frente, anulando a saída de bola do Flamengo, berrando mais alto do que o rival se preciso e, aqui, o mais importante: era a bengala de Lindoso e Edenílson, aparecendo sempre para ajudar na marcação.
Lindoso e Edenílson entraram em campo descontados. O segundo mais do que o primeiro, voltando de lesão. Com Edenílson descontado, D’Alessandro, seu parceiro jogando mais adiantado, sucumbiu. Sobis vinha segurando as pontas.
Treinadores de futebol acertam e erram. Uns mais do que outros. Há os que acertam quando poderiam errar e os que erram quando era imprescindível que acertassem.
Em mata-mata é matar ou morrer. Em confronto de times cascudos, um errinho e a vaca vai para o brejo.
Eram 14min do segundo tempo e o Inter estava encurralado pelo Cruzeiro, que mandava no meio-campo e apertava o torniquete em busca do primeiro gol. Odair mandou entrar Wellington Silva na vaga de Nico López. Com Wellington Silva passou a ter uma jogada de desafogo, o contra-ataque. O time melhorou muito, fez 1 a 0, obtendo assim vantagem para a segunda partida das semifinais da Copa do Brasil. Ponto para o treinador.
Eram 15min do segundo tempo do jogo de quarta-feira e, diante de um Maracanã lotado, Flamengo e Inter realizavam uma partida morna pelas quartas de final da Libertadores. Quase nada acontecia em campo e o time carioca só havia tido uma boa chance, quase ao final do primeiro tempo. Rafinha de um lado e Guerrero de outro tentavam apitar um confronto picotado por faltas.
Aos 15min Wellington Silva entrou na vaga de Sobis. Qual a explicação para a troca? Pela postura do Flamengo, não havia a possibilidade do contra-ataque, o Inter não estava sendo encurralado e, para os seus interesses, a partida esta indo bem até demais. O empate sem gol parecia escrito nas estrelas.
Quem era Sobis nesta partida? Um gigante. Combativo na frente, anulando a saída de bola do Flamengo, berrando mais alto do que o rival se preciso e, aqui, o mais importante: era a bengala de Lindoso e Edenílson, aparecendo sempre para ajudar na marcação.
Lindoso e Edenílson entraram em campo descontados. O segundo mais do que o primeiro, voltando de lesão. Com Edenílson descontado, D’Alessandro, seu parceiro jogando mais adiantado, sucumbiu. Sobis vinha segurando as pontas.
Cometi um equívoco na coluna de ontem ao escrever “coincidência ou não foi depois disto (da saída de Sobis) que o Flamengo apertou o torniquete.” Não foi coincidência. O erro de Odair custou caro, dois gols no lombo num jogo que surgia empatado.
Odair, acertos e erros
Treinadores de futebol acertam e erram. Uns mais do que outros
