Eis que no final do ano ele apareceu.
Para cometer uma brincadeira. Segue brincalhão.
Brincou de atuar desde que chegou.
Muitas vezes se diz sobre quem joga muita bola que ele brinca de jogar.
Aqui é diferente.
Aqui significa que cumpriu uma papel fictício, passou o tempo.
Foram 16 partidas e um mísero gol.
Não apareceu onde deveria, em campo, metendo gols nas redes dos rivais.
Apareceu para marcar um golaço.
Contra.
Marinho disse que "vai na hora" se o Flamengo pedir seu empréstimo ao Grêmio em 2019.
Remendou: “De fato falei brincando em um momento de descontração com um amigo flamenguista”.
Porém a cacaca estava feita. Viralizou.
Não se brinca com sentimento de torcedor. Este tipo de brincadeira sugere total falta de comprometimento com o clube, surge como ofensivo até, como atestado de desapego.
E olha que o Grêmio gastou uma grana para tirá-lo do Changchun Yatai.
Oh, Marinho! Se vai na hora, vai tarde.
Pelo futebol tico-tico não apresentado até aqui melhor seria não ter desembarcado.
