Prezados Jornalistas
Com a proximidade da inauguração da majestosa Arena do Grêmio, me ocorreu uma questão que, talvez, pouca gente esteja percebendo.
Cerca de 4.000 operários, a maioria deles vinda de distantes estados brasileiros, tem-se dedicado há muito tempo às obras de erguimento de um dos mais belos e modernos estádios do mundo. Dando suor e até sangue para cumprir com perfeição suas tarefas e atribuições,
estes valorosos funcionários talvez voltem para suas terras sem a devida gratidão dos gremistas.
Posso estar equivocado, e até torço para que esteja mesmo, mas alguma coisa me diz que a direção gremista corre o risco de cometer uma gafe histórica, que é o esquecimento de homenagear a força humana que propiciou o erguimento da Arena. Caso isto ocorra, confesso que não me surpreenderei, já que a história teimosamente se repetirá... Afinal de contas, quem eternizou seu nome na construção e inauguração de Brasília, ou até nas pirâmides do Egito?
Mesmo que os operários da Arena sejam contratados sob responsabilidade de uma empresa multinacional, isto de maneira alguma exime o clube de prestar a eles uma bela e inesquecível homenagem. E não falo de almoços e churrascadas... Sugiro, no mínimo, que se coloque no estádio uma placa simbólica como agradecimento, podendo até ser convidados alguns operários para que marquem presença na cerimônia de abertura do estádio.
Gostaria de garantir que os mesmos anseios demonstrados nesta carta, serão estendidos por mim à direção colorada, assim que os preparativos de reinauguração do Beira Rio estiverem mais próximos. Conto com a sensibilidade dos gaúchos para que difundamos atitudes de solidariedade,
justiça e gratidão para TODOS que participaram da maravilhosa construção da Arena do Grêmio. E que no dia da inauguração, possamos assistir na nova Arena não somente o desfile de históricas personalidades gremistas, mas também a presença de quem moveu esforços físicos grandiosos para que este incrível sonho se tornasse realidade.
Atenciosamente, Beto Herrmann / Músico e Jornalista
Com a proximidade da inauguração da majestosa Arena do Grêmio, me ocorreu uma questão que, talvez, pouca gente esteja percebendo.
Cerca de 4.000 operários, a maioria deles vinda de distantes estados brasileiros, tem-se dedicado há muito tempo às obras de erguimento de um dos mais belos e modernos estádios do mundo. Dando suor e até sangue para cumprir com perfeição suas tarefas e atribuições,
estes valorosos funcionários talvez voltem para suas terras sem a devida gratidão dos gremistas.
Posso estar equivocado, e até torço para que esteja mesmo, mas alguma coisa me diz que a direção gremista corre o risco de cometer uma gafe histórica, que é o esquecimento de homenagear a força humana que propiciou o erguimento da Arena. Caso isto ocorra, confesso que não me surpreenderei, já que a história teimosamente se repetirá... Afinal de contas, quem eternizou seu nome na construção e inauguração de Brasília, ou até nas pirâmides do Egito?
Mesmo que os operários da Arena sejam contratados sob responsabilidade de uma empresa multinacional, isto de maneira alguma exime o clube de prestar a eles uma bela e inesquecível homenagem. E não falo de almoços e churrascadas... Sugiro, no mínimo, que se coloque no estádio uma placa simbólica como agradecimento, podendo até ser convidados alguns operários para que marquem presença na cerimônia de abertura do estádio.
Gostaria de garantir que os mesmos anseios demonstrados nesta carta, serão estendidos por mim à direção colorada, assim que os preparativos de reinauguração do Beira Rio estiverem mais próximos. Conto com a sensibilidade dos gaúchos para que difundamos atitudes de solidariedade,
justiça e gratidão para TODOS que participaram da maravilhosa construção da Arena do Grêmio. E que no dia da inauguração, possamos assistir na nova Arena não somente o desfile de históricas personalidades gremistas, mas também a presença de quem moveu esforços físicos grandiosos para que este incrível sonho se tornasse realidade.
Atenciosamente, Beto Herrmann / Músico e Jornalista
