Os 17 do Olímpico
O Grêmio embarcou para o Chile levando 17 jogadores. Dos 25 inscritos na Libertadores, há seis no departamento Médico: Rochemback, Victor, Gabriel, Willian Magrão, André Lima e Lúcio. Borges está suspenso e Carlos Alberto foi dispensado, embora seu nome constasse no site do clube até ontem.
A família Paixão não está mais no Olímpico. Estivesse, certamente seria culpada pelas baixas musculares. Nada entendo do assunto, tão-somente faço o registro.
Ao patrimônio deixado por Kroeff, a atual gestão, no comando desde 15 de dezembro do ano passado, acrescentou os nomes de Rodolfo, Vinicius Pacheco, Escudero, Carlos Alberto e Lins. Um titular, apenas, Rodolfo, que estava nos planos de Duda.
Dinheiro não parece ser o problema para um clube disposto a gastar os tubos para repatriar Ronaldinho e que viu a folha salarial dos jogadores saltar de R$ 1,7 milhão/mês no tempo de Paulo Pelaipe para R$ 3,5 milhões, com corneteiros de plantão falando em exagerados R$ 6 milhões.
Comandados por Renato, os 17 do Olímpico tentarão, amanhã, a façanha de reverter um resultado e eliminar o representante chileno. Não é pouca coisa. É Renato & os 17 do Olímpico contra a Universidad Católica, o fator local, os desfalques, os críticos e o fogo amigo na batalha de San Carlos de Apoquindo.
